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A história do Salto Alto

O salto alto é algo que nos remete imediatamente para o universo feminino, mas nem sempre foi assim. Sabia que o sapato com alto foi pensado inicialmente para pés masculinos?

As primeiras provas surgem no Egipto e Grécia antiga, aqui como forma de manterem os pés longe das lamas.

O salto alto chega à Europa e ganha força pelo Rei Luís XIV de França – rei extravagante e de baixa estatura que vê no salto alto a única hipótese de crescer uns centímetros.

A primeira mulher a usar salto alto foi Catherine de Médici, esposa do rei Henrique II, no entanto, a moda do salto alto proliferou-se por Luis XIV, que registou o uso do salto vermelho e quadrado. O vermelho representa o poder e a nobreza e o uso de salto alto era exclusivo a essa classe social.

Começou desde então a haver diferenciação nos modelos masculinos e femininos da nobreza. Os sapatos femininos eram caracterizados por um salto mais fino e frente pontiaguda, já os sapatos do homem tinham peles mais grossas e tacões mais robustos.

A industrialização da produção de sapatos aconteceu no século XX, momento em que surge a primeira fábrica em Nova Iorque, quando o estilo de sapatos franceses chega aos EUA. Esta chegada é coincidente com o movimento de libertação das mulheres, que trocam as saias compridas por saias curtas onde, naturalmente, o salto alto começa a ganhar força.

Anos 20

Sapatos fechados na frente, com formas geométricas, tacão grosso e/ou médio .

Anos 30

Os saltos com tacão curto perduraram durante algum tempo, foi nos anos 30 que os saltos começaram a perder timidez e a crescer. O pé deixa de estar tão escondido, os dedos e o calcanhar começam a aparecer e os sapatos com articulação de tons e materiais também se destacam.

Anos 40

Nos anos 40 surge uma nova febre – o sapato com plataforma. Percebeu-se que para saltos muito altos, e de forma ao conforto não estar condicionado, a plataforma seria a solução ideal. Começou a arrojar-se nas cores e nos laços.

Anos 50

Nos anos 50 o sex appeal feminino passa a estar relacionado com a espessura do salto, ganhando este formas mais estreitas e finas.

Anos 60

A geração dos anos 60 quis expressar a sua liberdade em pleno, destacando-se o uso dos materiais sintéticos e das cores mais arrojadas.

Anos 70

Nos anos 70, era disco, mantém-se a cor e surgem os brilhos. As botas passam a estar em voga e o regressa o tacão grosso.

Anos 80 e 90

Nos anos 80 e 90 as mulheres executivas assumem o stiletto como peça crucial no vestuário – acreditavam que estes lhe davam uma imagem de autoridade e eficiência.

É nos anos 90 que surge a reinvenção dos sapatos e onde os designers de calçado passam a ter um papel de extrema relevância. Como principal destaque surge Manolo Blahnik, que ficou popularizado com a Sara Jessica Parker protagonizando Carrie Bradshaw no Sexo e a Cidade e Christian Loubotin reconhecido pela sola vermelha.

Atualidade

Desde então as tendências misturam épocas, estilos e formas.

No seculo XXI a personalização ganha força em todos os mercados, não sendo o mercado do calçado exceção. A liberdade de escolha expande-se a todos os detalhes e o produto único e exclusivo é o fator de destaque.

A and I wonder está atenta às tendências ditadas pelo mercado mas não descura, em momento algum, do gosto individual acrescentando um twist: o conforto.

Se procura sapatos vintage, nós temos:

Se procura extravagância, nós temos:

Procura tons fortes e tacões robustos?

É clássica e não prescinde de um stiletto?

Gosta do universo de fantasia e idealiza um sapato estilo cinderela? Também é possível:

A sua imaginação é o nosso limite. Desafie-nos com a sua ideia. Quem sabe não dita a próxima tendência.

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